segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A Vida é Bela (La vita è bella)

  Eu sei, esse filme é de 1997 e eu já devia ter assistido, mas só pude vê-lo nesse final de semana e não tive como resistir, tenho que escrever sobre o mesmo. Pra falar a verdade, eu nem sabia direito o enredo do filme ,mas sempre me diziam " Ah, esse filme é muito bonito , mas é muito triste!". Acabei ficando curioso em vê-lo.
   É surpreendente como não fazemos a mínima ideia que o filme irá tomar tal caminho, bem diferente de seu início. Não falarei muito sobre isso para não acabar com a surpresa de quem não viu.
   A história começa no ano de 1939, na Itália. Guido Orefice ( Roberto Benigni) , filho de judeus, se apaixona e "luta" pelo amor de Dora (Nicoletta Braschi), professora de uma escola primária. Essa fase do enredo nos encanta com os lugares e nos diverte com as ações de Guido, que é um homem criativo,alegre. Ele é impresionante e cativante como uma criança.

   Depois, vamos para 1945, na fase final da Segunda Guerra Mundial. Neste momento, Guido e Dora estão casados e possuem um filho de cinco anos de idade. Quando nada de ruim poderia acontecer, Guido e sua família são levados para um campo de concentração, onde ele prova o grande amor que tem pelo filho e como a criatividade pode tornar tudo mais aceitável e fácil.
    Este não é só mais um filme sobre a Segunda Guerra ou sobre os judeus presos nos campos, não. Neste filme a guerra é só um pano de fundo para mostrar como família e o amor fazem a diferença na vida das pessoas. Mostrar o quanto somos capazes de fazer para agradar a quem nós amamos.
    Uma observação interessante é sobre a trilha sonora. A música tema do filme é tocada várias vezes e mesmo assim não a torna repetitiva e nunca cansamos de ouví-la. Isso mostra como uma mesma música pode funcionar para vários momentos.
    Enfim, é um filme para rir, chorar, amar e ser feliz.


Obs. Qualquer opinião, crítica e sugestão será muito bem vinda. É só comentar.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O Pequeno Nicolau (Le Petit Nicolas).


  Bom, este foi lançado no ano passado, mas vale a pena falar dele. O Pequeno Nicolau é um filme francês que narra a história de Nicolau, um menino alegre e criativo, que se engana ao ouvir uma conversa entre seus pais onde entende que irá ganhar um irmãozinho e que seus pais o abandonarão. Então, ele e seus amigos começam a bolar e exercer vários planos malucos, onde pretendem chamar a atenção dos pais de Nicolau, para que este não seja abandonado.
  Muita gente pode achar o filme nada original mas, é maravilhoso pois nos mostra (de uma forma original e inocente) o olhar que as crianças tem sobre o mundo dos adultos e como tudo acontece na sociedade. É um filme para todos.Um filme o qual nos lembramos de como é bom ser criança e não ter as preocupações que temos hoje e como as soluções eram facilmente encontradas.
  As atuações são muito boas, destaque para Victor Charles que interpreta Clotário, o "amigo burro" da turma. A trilha sonora é bonita e se encaixa na história. Minha única crítica negativa vai para a duração do filme, que poderia ter sido menor se tivessem cortado pelo menos uma das ideias das crianças, acabando o filme no ponto certo.
  Sendo lançado no ano passado (século XXI), o filme acaba deixando (mesmo sem ser seu objetivo) uma questão: Será que as crianças de hoje tem infância? Num mundo onde a mídia nos influencia a querer crescer o mais rápido possível e deixar de ser criança. Onde a criatividade é deixada de lado pois já recebemos tudo certinho sem precisar pensar, é só ligar a TV ou  o computador.
  Bom, podem dizar que é um filme bobo mas, é engraçado, leve, simples e divertido. Penso eu que, todos precisamos lembrar de como é ser crianças ás vezes.

Estreiando.

Oi, eu sou Daniel Scarcello.
Sou fã de cinema e criei esse blog para poder postar críticas sobre filmes e dicas de livros, músicas, etc. Estando no 3° ano do ensino médio, não terei muito tempo para postar várias coisas mas, pretendo estar sempre autalizando a cada novo filme visto por mim. Espero que gostem do que vocês irão ler e espero também aprender com essa experiência.
Então, leia primeiro aqui, veja o filme e volte para fazer seu comentário. Ou seja, Veja depois de Ler.